sábado, 3 de dezembro de 2011

O imponderável mete medo, mas nem sempre precisa ser assim.

A gente ouve que quando o imponderável está presente tudo pode acontecer. A recomendação de sempre é fugir dele, porque qualquer decisão que o inclua é um tiro no escuro.

No trabalho é pior ainda. A incerteza inviabiliza qualquer projeto. Ninguém se arrisca a adotar uma ideia que possa custar seu emprego, exceto, embora raro, se puder defendê-la racionalmente.

O imponderável também não poupa as relações entre as pessoas, sejam elas profissionais ou afetivas. Aliás, se ninguém sabe o que vai acontecer dentro dos próximos 5 minutos, que dirá com os compromissos longínquos, tais como um emprego novo, construir uma casa ou comprometer-se com um casamento.

Em outras palavras, o imponderável é sinônimo de risco e a maioria de nós detesta corrê-lo. Mas o que muita gente não percebe, ou custa a admitir, é que o imponderável está presente em absolutamente TUDO. Isso acontece porque a vida não é um roteiro pré-estabelecido e por isso o resultado das nossas decisões só pode ser medido na prática.

Mas se por um lado não se pode medir aquilo que é imponderável, por outro nós dispomos de uma ferramenta, igualmente imponderável, com a qual podemos calcular riscos: CONFIANÇA.

A CONFIANÇA é a régua com a qual medimos aquilo que não pode ser mensurado através de uma equação ou de uma metodologia. A CONFIANÇA é um recurso embutido em todas as empreitadas, em todas as ideias colocadas em prática, em todas as escolhas que deram certo.

Se a nossa CONFIANÇA for menor do que o tamanho da nossa incerteza, o resultado tende ao fracasso. Mas se o sentimento que embute uma decisão de risco gravita em meio à uma "certeza imponderável", é só aguardar para comemorar, porque ela será a decisão correta!!!

by Dalton Cortucci


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